Os todo terreno mais capazes

Hoje vamos falar-lhe das maquinas todo o terreno mais capazes. Maquinas que nunca o deixaram ficar mal numa das suas aventuras. Todos se destacam pela sua aparência, são monstros do Off road, desde o momento em que saíram da linha de produção, é possível adquirir no mercado de usados, alguns podem ser algo caros. Mas foram criados para percorrer os lugares mais inóspitos do planeta.
Hummer H1

O Hummer foi criado para fins militares, é um dos todo terrenos mais extremos e radicais do mundo. Destaca-se pela sua grande capacidade de carga, excelentes ângulos, altura considerável, e grandes dimensões fazem do Hummer um carro muito apreciado no mercado dos Estados Unidos, com linhas intemporais é sem duvida o melhor amigo para levar para um local difícil.


Toyota Mega Cruiser

Esta foi a resposta da Toyota ao Hummer. Igualmente de grandes dimensões, o que faz destacar o Mega cruiser dos outros é a usa meneabilidade, graça a um sistema de direção ás quatro rodas, as quatro rodas conseguem virar. Mas não procure, apenas foi comercializado no Japão, apenas um exemplar chegou á Europa, mais precisamente para a Alemanha.

Mercedes-Benz class G

Um todo terreno mais ligeiro, mas considerado um dos melhores com capacidade Offroad, graças á sua sólida construção e diferenciais bloqueadores, fazem dele um rei fora de estrada. Claramente nunca passa de moda.

Toyota Land Cruiser 80

O Toyota Land Cruiser 80 é um todo terreno dos mais robustos do mundo. Não se surpreenda que quando perguntar a alguém muito aventureiro qual o melhor do mundo ele diga Land Cruiser. Em Portugal a serie 40 foi bastante usada, pena não lhe terem dado o devido valor. È possível encontra-los no mercado de usados com bastantes quilometros e com o motor a trabalhar com um relógio suisso.

Nissan Patrol

Nissan Patrol é um dos verdadeiros Jipes mais acarinhados pelos aficionados do 4x4. Todas a gerações são muito boas, com grande robustez. Com eixos rigidos e largos e excelente suspensão garantem que não o vão deixar mal no campo.

Land Rover Defender

Não poderia faltar nesta lista o Defender, talvez seja o britanico mais famoso em todo o mundo. Escolhido como transporte favorito por grandes exploradores a marca assegura que hoje mais de 60% das unidades fabricadas até á data, ainda circulam e dão cartas no mundo do todo terreno.


Jeep Wrangler Rubicon

Estamos provavelmente a falar do todo terreno mais extrema da actualidade, presente no mercado actual. Com uma caixa redutora com relações especialmente curtas, eixos reforçados, barra estabilizadora dianteira, bloqueios de diferencial, excelente ângulos de ataque e saída.

Os logotipos automovel mais "agradaveis á vista"


Esta lista foi elaborada pela 99designs, uma pagina especializada em desenho gráfico, que conta com a colaboração de mais de 250.000 profissionais da área. Os logotipos foram escolhidos do ponto de vista do desenho gráfico, originalidade, historia.

10- Toyota


Toyota é um dos maiores fabricantes de automóveis do mundo, o seu logotipo foi desenhado para refletir simplicidade e fiabilidade, característica típica dos seus automóveis.

9- BMW

O simbolo da BMW representa a elegância e o poder. Inicialmente era uma construtora de motores para aviões, também representa a hélice de um avião em pleno movimento.

8- lamborghini

O logotipo da Lamborguini tem um touro como símbolo da marca. Na verdade o criador da marca, adorava touradas e como eterno rival da Ferrari diz-se que colocou também um animal. Tanto que Aventador, Gallardo, Diablo etc são todos nomes de Touros. No entanto de uma forma geral o logotipo representa a força, diversão e poder.

7- Ferrari

Um dos logotipos mais reconhecido do mundo o logo da Ferrari, representa a força e poder. O cabalo derrapante, de fundo amarelo é algo que sobressai sobre o fundo vermelho característicos das maquinas pujantes da Ferrari.

6 - Subaru

O logotipo da Subaru contém estrelas que refletem a união e unidade. Subaru é o nome japonês para o conjunto de estrelas conhecidas como Pleyades, sendo que em 1953 5 empresas uniram-se para formar a Fujy Heavy Industries.

5 - Cadillac

O logotipo da Cadillac representa a nobreza, classe e a força. Apesar de ter evoluido muito ao longo da historia representa o escudo de Antoine de la Mothe Laumet, o explorador francês que fundou a cidade de Detroit em 1701.

4 - Rover


A Rover recorreu a imagem de um barco Viking. O nome Rover significa explorador, os rovers foram os um povo notório ao longo da história. No entanto a Rover declarou falência, mas foi durante muitos anos uma das marcas reconhecidas na Europa.

3 - Volvo


Foi  Karl-Erik Forsberg que desenhou o logotipo da Volvo. Segundo a 99designs, transmite robustez e força. Um símbolo que já gerou muita controversa ao longo da historia da Volvo, houve inclusive protestos femininos por acharem que a Volvo é uma marca demasiado masculina.

2 - Abarth

O escorpião presente no logotipo da Abarth é o símbolo do zodíaco do fundador da marca, Carlo Abarth, mas são também as cores que atraem atenção das pessoas, que representam a Victoria e a força. Sem duvida um dos símbolos com mais tradição na competição.

1 - Mercedes - Benz

Segundo a 99designs, o logotipo da Mercedes-Benz é um simbolo mundial de qualidade. Representa ambição dos fundadores da marca que tinham como lema "o melhor ou nada". Um dos logos mais bem vistos e reconhecidos do mundo.

Na minha opinião penso que a malta da 99designs, se esqueceram do logotipo da Alfa Romeo


Créditos: http://periodismodelmotor.com
Adaptação texto: Ricardo Ramos

Honda S2000


Em tempo de crise, toda a gente irá aconselhar a compra de um carro familiar, pratico, com espaço suficiente para todos e nunca na vida um descapotável.Resolvi escrever este texto, porque o S2000 é um dos meus carros de sonho e sendo eu um rapaz de emoções fortes e se a carteira assim o permitisse, nem pensava duas vezes.
Na verdade um roadster nunca foi indiferente a ninguém, toda a gente gostaria de ter um, seja para fazer um passei tranquilo num dia mais solarengo, ou seja para aliviar o stress numa estrada com mais curvas. Podem passar anos e anos, mas um descaputavel sempre irá fazer virar cabeças, no caso do S2000, as suas linhas intemporais reforçam ainda mais o que acabei de escrever. Quem não conheça o S2000 nunca irá dizer que é um carro de 99.



Este Honda em particular, não é um carro para toda a gente, é um carro feito com paixão, criado para puristas, se você esta habituado a ajudas eletrônicas este carro não é para sí, é barulhenta, nervoso, demasiado crú, ou seja, nada luxuoso. O motor atmosférico VTEC de quatro cilindros, com 2,0 litros e 240 cv, capaz de atingir 9000 rpm, que foi durante muito tempo o carro com maior rendimento específico do mundo de 120 cv por litro, que só foi batido uma década depois pelo Ferrari F458 Italia.
Mesmo para um "pequeno" 2.0, conseguia ombrear com o Nissan 350Z de 280 cv do 3.5 V6 da família de motores VQ da Nissan.
Dos 0 aos100 km/h em 6,2 segundos e com uma velocidade máxima de 241 km/h eram valores respeitáveis, mas mais do que os números era a forma como alcançava estas prestações. As 9000 rotações por minuto ainda hoje atraem muitos fãs da marca, e o seu carisma dão-lhe um lugar de destaque no mundo automóvel.

Apresentava uma configuração com motor central, uma vez que o motor encontra-se recuado em relação ao eixo dianteiro, e a respectiva tração traseira. Este motor encontra-se acoplado a uma transmissão manual de seis velocidades e conta com a ajudar de um diferencial autoblocante com o propósito de melhorar a tracção.
Distribuição de peso (ideal) de 50:50 ajudado pelo capô em alumínio, um chassi com configuração X-bone, que segundo a marca permite uma maior rigidez, e mais protecção para os ocupantes em caso de embate.

Os primeiros comercializados desde 1999 ficaram conhecidos como AP1 e os segundos comercializados a partir de 2003 por AP2. A comercialização do Honda S2000 terminou em Julho de 2009, e a marca atenta à crise mundial, entendeu que não voltaria a construir um modelo com estas características.
Depois da segunda geração houve algumas séries especiais como algumas alterações e características diferentes, caso da versão Club Racer lançada em 2007 para o mercado Norte-Americano, ou da mesma versão mas desta feita para o mercado Japonês a que lhe deram o nome de Type S. Eram versões mais radicais, para um uso mais exclusivo em pista.
Por fim a marca japonesa lançou em 2009 a versão final deste modelo no mercado europeu, o S2000 Ultimate Edition, que trazia um hard-top de origem, um interior com duas tonalidades (vermelho e preto) e outras jantes especiais.


A qualidade construção exibe algum plástico,mas a montagem em sí não merece criticas de maior. O tablier e a consola central exibem revestimentos em pele, mas não está isento de ruídos parasitas.No que toca á segurança sendo um carro já com alguma idade, claro que hoje em dia é muito imaturo nesse aspecto. Ainda assim os arcos de segurança atrás dos encostos de cabeça e o reforço da moldura do pára-brisas aumentam a segurança em caso de capotamento, algo que não estamos nada interessados em experimentar...


 A condução como já referi vai agradar principalmente aos mais entusiastas da condução desportiva, extremamente puro. Como manda um desportivo, é possível levar as pernas esticadas. Apesar de também existir um pequeno pára-vento em zona idêntica. Com a capota fechada, os ruídos aerodinâmicos chegam a incomodar, o que torna difícil ouvir música a velocidades elevadas.

O S2000 pede um tipo de condução constantemente prudente a quem tem menos expriencia, é um carro que se pode voltar ao dono. O motor parece renascer a partir das 6000 rpm, com uma sonoridade tão estridente como viciante. Com uma boa repartição de massas - o motor está colocado atrás do eixo dianteiro -, o châssis é ágil e as "escapadelas" da traseira são (relativamente) fáceis de controlar, o que proporciona grandes doses de adrenalina. A rigidez estrutural é boa e o autoblocante traseiro contribui para a boa motricidade que este modelo exibe.

Consumos irão depende dos estado de espírito do condutor, lembre-se que este carro foi criado numa altura em que ainda não se olhava ao preço dos combustíveis. Se acorda num daqueles dias em que lhe apetece descarregar todo o stress no pé direito, pode ultrapassar facilmente os 25 l/100 km. Mas se a ideia é passear calmamente (não é fácil...), os números descem para metade, em ambiente urbano. Mas pode contar com uma média ponderada de 11,4 l/100 km.

Conclusão:
O s2000, agrada a todos pela estética, quem disser que é feio claramente não sabe apreciar design automóvel. Mas não se deixe ir pela estética apenas, lembre-se que este carro irá desfazer o penteado da sua mulher e irá ser tão barulhento que irá impedir o seu filho de ouvir a musica do Justin Bieber. Mas se você adora conduzir, se gosta de subir aquela montanha para ir ver o por do sol, este carro é para sí claramente, e orgulhe-se você é alguém purista á moda antiga.

Antes de comprar, veja os nossos conselhos na compra do S2000 aqui

adaptação e texto: Ricardo.R

Fonte: Alguma info retirada de:
- http://www.autoblog.pt/honda-s2000/
- http://sub.automotor.xl.pt/0605/2300.shtm

Type R

Os especialistas dizem ser autênticos carros de corridas, mas que têm a particularidade de poderem ser usados em estrada. Este Blog orgulha-se de lhe mostrar a história de um Símbolo, de um culto. Type R
São motores puros, atmosféricos, criados para agradar aos mais entusiastas, motores puramente rotativos, com um propósito, agradar aos fãs de automóveis. Para isso os têm que ter os ingredientes todos; Dinâmica, eficácia, performance, baixo peso, boa suspensão, boa transmissão e excelente motor.  Juntos os ingredientes, que foram nunca abandonaram a tradição desde 1992.
As origens do Type R, podem ter nascido com uma lenda, o icônico NSX, um dos carros mais revolucionários de sempre, o carro que fez os italianos vergar perante a engenharia nipônica.

No inicio dos anos 90 a Honda reinava na Formula 1, as sucessivas vitórias vinham acontecer. Mas ambiciosos, os Japoneses decidem fazer um automóvel que fosse capaz de bater o Porsche 911 ou qualquer um Ferrari, teria de ser algo espetacular, capaz de deixar o mundo de boca aberta. Os engenheiros colocam mão á obra, e começam o ambicioso e audacioso projecto NSX.
O NSX teria de ser tão bom, que o grande Ayrton Senna foi chamado para experimentar o carro, dando assim preciosas dicas, para afinação do chassis etc.
O resultado foi um carro, sólido, fiavel, e com um motor espetacular com 274 cavalos de potência de um V6, 3.0 litros com 270 km/h de velocidade máxima e capaz de fazer dos 0 aos 100 em 5,9 segundos. Ainda assim comparando números, o NSX ficava abaixo dos seus rivais.


A Honda decide reunir um grupo de engenheiros com experiência na competição, e diz-lhes que teriam de fazer algo melhor do que o que já estava feito, algo mais radical, do que o modelo de produção normal.
Começaram por retirar peso, começando pelos materiais de isolamento acústico pouparam 120kg, a suspensão foi claramente melhorada, para um melhor comportamento dinâmico. Novas jantes foram implementadas, entradas de ar laterais, e um spoiler traseiro claramente leve, os bancos foram melhorados e desta vez eram mesmo desportivos, com volante desportivo MOMO com boa pega, sem airbag claro está, as agulhas do painel de instrumentos eram amarelos. Uma particularidade era que a traseira estava estampado uma letra, a letra R, estava assim criado o primeiro type R da história.
Foram criadas apenas 483 unidades, entre 1992 e 1995, dos 0 aos 100 em 4,8 segundos e era... espetacular e bonito.

Nos anos seguintes a designação Type R, espalhou-se por outros modelos da Honda, criou assim uma legião de fãs, quem o experimentou jamais o esqueceu. Para tristeza desses fãs os Type R, eram muitas vezes descontinuados, surgindo uma ou outra vez numa geração de um determinado modelo. O Civic foi o modelo mais escolhido para representar, mas o Integra também teve esse privilégio. A Honda sempre disse que não se tratava de uma opção de marketing, como acontece com outras marcas europeias. Foi sempre um conceito verdadeiramente purista.

Integra Type R (1996-2000)

O NSX era um carro espetacular mas a sua produção era extremamente cara para a Honda e pouco acessivel ás grandes massas. Para contrarias isso a marca, decide criar um motor 1.8 litros VTEC claro está, com 190 cavalos de potência, montado num Integra, preparado para a dureza da estrada, saiu assim em 1996. O carro estava para Honda como o WRX estava para a Subaru. Red Line ás... 8900 rotações. O sei "grito" era inesquecível, apaixonante, fazias dos 0 aos 100 em 6,5 segundos e 235 km//h de velocidade máxima. Equipados com bancos desportivos Recaro e com um peso de apenas 1120 kg, com ajuda de um diferencial autoblocante, faziam dele um carro apaixonante. Os mais "esquisitos" criticavam a sua aparência, as rodas demasiadas pequenas, os seus faróis davam-lhe um aspecto pouco racing e muito tímido. Em Portugal este modelo nunca foi realmente reconhecido, não por desconhecimento, mas sim por acessibilidade. Hoje em dia por cerca de 10 mil euros, consegue-se adquirir um exemplar, capaz de o fazer explodir de adrenalina. Mesmo com perto de 200 mil quilômetros a fiabilidade está quase sempre garantida.

Accord Type R (1998-2003)
CH1


A Honda decidiu implementar o conceito Type R, no Accord para mostrar que também as pessoas com família, pais, empresários etc, podiam também ter acesso ao seu direito de se divertir ao volante de um automóvel Honda. O motor 2.2 não dispensava o sistema VTEC, com 212 cavalos ás 7200 rpm, era o suficiente para fazer dos 0 aos 100 em 7,2 segundos e com velocidade máxima 230km/h. Apesar de pesar mais 200kg que o Integra, o Accord compensava com mais 400cc. Os bancos continuavam a ser da Recaro, mas desta vez eram mais "sérios" mais sóbrios por assim dizer, afinal era para outro tipo de cliente, mas não deixavam de ser bastante eficiente naquilo que lhe compete, segurar o condutor.
O melhor de tudo era a sua aparência, um visual que lhe dava o rótulo de lobo em pele de cordeiro. Hoje em dia existem poucos exemplares, e os que existem já contém uma quilometragem elevada, que a fiabilidade nipônica assim permite.

Civic Type R (1996-2000)
Ek9


Os type R começavam a ser conhecidos, e para o publico mais jovem amantes do conceito Pocket Rocket a Honda criou o Civic Type R. A Europa conheceu verdadeiramente o Type R através do Civic, modelo que ficou extremamente conhecido no velho continente. O seu motor 1.6 litros, atmosférico e muito rotativo como manda a tradição. Graças ao seu baixo peso (1090kg), o motor gritava até ás 6000 rpm, mas... até ás 9000 ainda tinha vida e que vida... A partir das 6000 dava-se a entrada do que se chamava "ação do variador de fase".  O volante MOMO recebeu desta vez airbag, os bancos continuavam a ser Recaro, o silenciador foi eliminado do escape, fazendo o som deste carro algo viciante, o que agradou claro a fãs incondicionais da competição. O chassis era reforçado em comparação com os restantes civic, assim como a caixa que neste modelo em particular era mais curta. Números: 6,4 segundos e 180 km/h.

Civic Type R (2001-2006)
EPC


Este Civic surpreendeu algumas pessoas, quando a sua aparencia quase de monovolume familiar, pudesse vir a ter a sigla R. Mas a verdade é que a genética da competição estavam presentes. E melhor que isso , foi que este modelo em particular foi quem deu mais reconhecimento, o sucesso foi imenso. Com um motor de 220cv, embora a seletor de velocidades fosse algo estranho no meio da consola a verdade é que este carro, era melhor que o Golf GTI da época. Às 5800 rpm o famoso Vtec entrava em ação, levando a agulha até ás 8200 rpm. Os numeros falavam por sí, 6,4 dos 0 aos 100, e 235km/h apesar de 1200kg.
Os puristas adoraram-nos pelo seu tempero crú, e som ruidoso, apenas a sua direcção de assistencia electrica lhe tirava algum "feeling" . Também pecava por nao ter autoblocante para o puxar para o interiror das curvas. Ainda assim foi considerado por muitos o Type R mais convincente, a Honda vendia o Type R na Europa como paezinhos quentes.

Civic Type R (2007-2010)
FN2


Em 2006 nasceu a nova geração Civic, com um design futurista e mais radical, tinha tudo para continuar com a genética. Mas apesar disso este Civic não era conseguia fazer frente á concorrência no feeling de condução, no que toca ao rendimento, infelizmente também não. A suspensão era menos sofisticada e isso fez com que perdesse alguns pontos.Durou até 2010 e desde ai que esperamos por um novo Type R, que parece estar em fase de protótipo, e desta vez vai ser turbo.
A aparência conquistou mas o feeling de condução decepcionou alguns fãs. O melhor de tudo era os bancos e a sua envolvencia. Esperamos que o próximo Type R, possa trazer melhor suspensão especialmente traseira, e melhor sistema de travagem, visto que esta deformava cedo.

Se gostou deste Post, não perca o próximo!
falaremos sobre o novo Civic Type R 2015.


Fonte: Revista Turbo Abril 2014
Antonio Amorim
Adaptação: Ricardo


Filtros desportivos, trazem rendimento?





Filtros de ar desportivos....
Muito se fala sobre os filtros de rendimento, como muitas vezes são designados. Será que trazem realmente benefícios?


Os filtros de ar são das primeiras coisas, que os amantes do tunning costumam mudar nos primeiros dias que recebem um carro. O seu baixo preço aliado ao facto de trazer ou não uns cavalos extras, faz deles um investimento primordial. Vamos analisar...
Existem vários tipos de filtros, mas os mais populares para automóveis de pequena/média gama são dois tipos:
- Os cónicos
- E os filtros de ar tipo caixa
Filtro de ar cónico



Os filtros de ar cónicos são filtros com um formato tal como o nome indica, com aspecto de um cone, que além de dar um aspecto mais racing quando se abre a tampa do motor, dizem prometer ganhos para o motor, além de se dizer que filtra melhor o ar. Muitos condutores já tiveram inclusive dores de cabeça com as autoridades devido a estes filtros.

Os filtros tipo caixa, são filtros que não  dão tanto nas vistas, normalmente são filtros que ficam alojados na própria caixa do filtro de ar, ou seja mais discretos. Muitos deles são laváveis, ou seja depois de sujo, pode-se lavar e voltar a colocar, sem ter que estar a comprar outro filtro. Isto representa poupar no investimento a médio prazo.

O filtro realmente trás benefícios? dá mais cavalos ao motor?
A resposta é depende. Toda a gente irá dizer que sim. Mas... num motor de pequena cilindrada os ganhos vão ser poucos, no máximo pode dar até 5 cavalos extra, muitas vezes nem dá nada. Mesmo que dê os 5 cavalos extras isso significa que quase não se vai sentir na estrada. Além do mais depende do filtro, se for cónico, pode trazer alguns malefícios ao motor, nomeadamente, o facto de ficar exposto diretamente ao calor do motor faz com que aspire mais ar quente.
Já os filtros de caixa, sempre são mais discretos e fazem o mesmo efeito e como não estão "descobertos" não aspiram diretamente ar quente.
Filtro desportivo, alojado num compartimento especial de modo a não aspirar o ar quente do motor.

Muitos condutores dizem que sentiram melhor resposta em baixa rotações etc. Tudo depende do carro, imagine que o carro já têm alguns anos e claro perdeu alguns cavalos ao longo desse tempo, quando se coloca estes tipo de filtros, aqueles 5 cavalos vão fazer alguma diferença, principalmente se for um automóvel de 8 vavulas em que têm mais força em baixas rotações. Ou seja depende de muita coisa, num diesel por exemplo quase que não se vai sentir a potência extra. E muitas vezes os ganhos são nulos (ver videos abaixo), muitas vezes é apenas efeito placebo.

O que realmente compensa é colocar aliado a um bom filtro de ar, um bom kit de admissão. Convém salientar que mais uma vez depende de carro para carro.



Texto: R.r